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quarta-feira, 19 de março de 2014

190314-pir-ifc-desempregados-ifc-pir- Arganil, Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Góis, Lousã, Mira, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Oliveira do Hospital, Pampilhosa da Serra, Penacova, Penela, Soure, Tábua, Vila Nova de Poiares.

Agora  que se aproximam as eleições europeias, porque razão não são os desempregados que constituem as mesas eleitorais.recebiam uns euros e evitava que os que tem emprego não faltassem no dia seguinte, contribuindo  mais para a economia.E porque será que tal não acontece.?

quarta-feira, 12 de março de 2014

saúde mental-- Aveiro-Açores-Beja-Braga-Bragança-Castelo Branco - Coimbra - Évora - Faro - da Guarda - Leiria - Lisboa -Madeira-Portalegre-Porto - Santarém - Setúbal - Viana do Castelo - Vila Real - Viseu-ifc-pir-2dqnpfnoa

saúde mental




De quando em vez oiço o programa radio antena1 e hoje ouvi falar sobre saúde mental, 17-2-14 e mais uma vez reflecti e como para reflectir temos de pensar, assim fiz e começo por dizer o seguinte:
-normalmente falam sobre o tema técnicos de saúde, médicos ,cidadãos comuns que emitem a sua opinião, políticos e outros importantes personagens, porém e enquanto cidadãos inserem-se em grupos organizados quer políticos quer não , e esquecem o respeito que o outro porque não pertence ao seu grupo de interesses de vária ordem ,deve merecer-
começam as agressões de vária ordem,e aqui começa a verdadeira doença mental, pois se não reconhecem ao outro, um seu igual os mesmos direitos que a si mesmo reconhecem, então é porque estão doentes e como podem tratar os outros se estão doentes da tola-
pois é as estruturas estão a levar-nos à doença.
PENSEMOS NISTO

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

170214-ifc-pir-experiencias vividas no futebol-Arcos de Valdevez, Caminha, Melgaço, Monção, Paredes de Coura, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Valença, Viana do Castelo, Vila Nova de Cerveira..

experiencias vividas no futebol.



Hoje vou reflectir 
 


sobre a vida comparando-a com experiencias vividas no campo do futebol.vejamos quando em 1976 e em 1980 fundei clubes de futebol, tive em vista 2 aspectos para mim fulcrais em qualquer actividade- o prazer de o fazer e simultaneamente o respeito que todo e qualquer indivíduo merece enquanto ser humano. E daqui não saí nem saio se inserido em qualquer actividade.
no clube fundado em 1976, logo após efectuado o trabalho relacionado com o seu aparecimento jurídico, verifiquei que os pressupostos atrás referidos não se verificavam, razão pela qual desvinculei-me.como gostava muito de praticar e porque sabia que outros também o queriam fazer, meti mãos à obra e fiz outra vez o que tinha feito anteriormente-fundei outro clube e criei estatutos onde os objectivos fulcrais fossem atingidos e assim foi.relacionado com o atrás referido adoptei nºs. nas camisolas de maneira a que no caso de algum impedimento  com o equipamento, o jogo sempre fosse efectuado, pois esse era o objectivo e assim foram adoptados os nºs, que a lei do futebol exige e que das primeiras vezes foi alvo da galhofa de muita gente dita importante e não só-entretanto fomos jogando assim, até que certo dia um árbitro que veio a chegar a internacional num jogo nosso tomou a decisão sábia de nos informar que não apitava o jogo pelo facto de segundo ele não respeitar a lei-fui buscar o livro das leis do futebol, pois tinha tido necessidade de o comprar quando do curso de treinadores que fiz, mostrei a lei e disse-lhe que não estava a ver bem a situação-de qualquer modo o dito decidiu não dar o jogo e assim foi-nos atribuída derrota por este facto.como o que interessava era jogar, falei com a outra equipa e embora já derrotados na secretaria, decidimos jogar e voltamos a perder no campo, mas conseguimos o que queríamos-jogar .vejamos agora o exemplo atrás e relacionemos com a vida real-a adopção dos nºs nas camisolas não foi obra de nenhuma descoberta invenção de algum génio-foi sim a natural necessidade de solucionar um problema que se podia pôr a qualquer momento se não o tivesse-mos adoptado-e pergunto será que na vida real não há também que readaptar às necessidades da vida soluções que não foram ainda adoptadas, mas que se o forem resolverão grande parte de problemas que parecem insolucionáveis-basta só ousar e ser capaz de servir de galhofa pelos pseudo donos da verdade.é simples e como tudo o que é simples é eficaz.

domingo, 19 de Janeiro de 2014


DECIDIR EM VEZ DE PEDIR



DECIDIR EM VEZ DE PEDIR
 eu sei que é difícil deixar de andar a pedinchar, pois fomos ensinados de pequeninos a fazer tal e acharmos que sem esses iluminados, não iremos a lado nenhum, seja pelo que for pois o sistema está montado, para isso acontecer-razão para não ir por esse caminho, pois isso vai dar sempre ao mesmo-crises cíclicas sem fim e tudo o mais que já conhecemos.tudo depende de ti se queres continuar a tudo pedir, sem sentires que és capaz de caminhar sem ajudas, que no fim são exigências o problema é teu, mas não condenes os teus filhos ao mesmo.crise não é só económica começa e acaba em cada um de nós e se pensares um pouco verás que tudo prometem para depois se servirem-confia só em ti e não cedas direitos que dizem respeito somente a cada um-pensa no referendo por exemplo e p orque razão não é utilizado por rotina- afinal não és tu que tens medo mas sim os pseudo poderosos, pois não reconhecem aos seus semelhantes os direitos que tanto gritam-democracia
Aliás gostaria de perguntar, porque não  se adere a este projecto de modo massivo.porque  se trata os outros como a ti mesmo e isso não queres pois gostas de te superiorizar e até mesmo de inferiorizares os outros- então onde está a democracia e o respeito pelo outros ou é só conversa.outra coisa que não compreendo como é que a actual geração mais bem preparada que a passada, não tem acesso a condições de vida e trabalho que os pais  e avós tiveram e isto levado a efeito pelos mesmos de sempre, que com a boca cheia de boas palavras e democracia não querem reconhecer aos seus semelhantes condições que eles usufruiem e até os exploram nos diferentes sectores, onde esses jovens se inserem.isto vai ter consequência graves, não tenho dúvidas. E não pode continuar assim.
Em 1986 propus a 10.000 trabalhadores, o mesmo que agora estou fazendo a 10.000.000 de cidadãos- a verdade –o respeito- a democracia e referendos sempre , para evitar golpadas

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

210114-pir-ifc-DECIDIR EM VEZ DE PEDIR- Belmonte, Castelo Branco, Covilhã, Fundão, Idanha-a-Nova, Oleiros, Penamacor, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei, Vila Velha de Rodão.

DECIDIR EM VEZ DE PEDIR



DECIDIR EM VEZ DE PEDIR eu sei que é difícil deixar de andar a pedinchar, pois fomos ensinados de pequeninos a fazer tal e acharmos que sem esses iluminados, não iremos a lado nenhum, seja pelo que for pois o sistema está montado, para isso acontecer-razão para não ir por esse caminho, pois isso vai dar sempre ao mesmo-crises cíclicas sem fim e tudo o mais que já conhecemos.tudo depende de ti se queres continuar a tudo pedir, sem sentires que és capaz de caminhar sem ajudas, que no fim são exigências o problema é teu, mas não condenes os teus filhos ao mesmo.crise não é só económica começa e acaba em cada um de nós e se pensares um pouco verás que tudo prometem para depois se servirem-confia só em ti e não cedas direitos que dizem respeito somente a cada um-pensa no referendo por exemplo e p orque razão não é utilizado por rotina- afinal não és tu que tens medo mas sim os pseudo poderosos, pois não reconhecem aos seus semelhantes os direitos que tanto gritam-democracia
Aliás gostaria de perguntar, porque não  se adere a este projecto de modo massivo.porque  se trata os outros como a ti mesmo e isso não queres pois gostas de te superiorizar e até mesmo de inferiorizares os outros- então onde está a democracia e o respeito pelo outros ou é só conversa.outra coisa que não compreendo como é que a actual geração mais bem preparada que a passada, não tem acesso a condições de vida e trabalho que os pais  e avós tiveram e isto levado a efeito pelos mesmos de sempre, que com a boca cheia de boas palavras e democracia não querem reconhecer aos seus semelhantes condições que eles usufruiem e até os exploram nos diferentes sectores, onde esses jovens se inserem.isto vai ter consequência graves, não tenho dúvidas. E não pode continuar assim.
Em 1986 propus a 10.000 trabalhadores, o mesmo que agora estou fazendo a 10.000.000 de cidadãos- a verdade –o respeito- a democracia e referendos sempre , para evitar golpadas

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

261213-pir-ifc-exemplos para jovens- Alfandega da Fé, Bragança, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada a Cinta, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Torre de Moncorvo, Vila Flor, Vimioso, Vinhais.

exemplos para jovens

teor de email enviado ao conselho de arbitragem lisboa
Srs.

Tenho acompanhado nestes ultimos 2 anos, a prova de iniciados de futebol 11 verifiquei ao longo deste tempo 2 pormenores, que com a ideia de formação, não satisfazem os requisitos de tal.

1-o não cumprimento horário dos jogos, muito embora àrbitros e equipas há muito estejam no local do jogo.

2- a identificação publica dos jogadores já no campo de jogos, quando se tal se justificasse se fizesse internamente, pois já consta no boletim de jogo e dessa maneira evitar-se-ia discriminação, pois eles jogadores também são espectadores e não vêem nos seniores esses tratamentos.
Dito isto e visto que se trata de idades em formação o exemplo não pode ser esquecido, pelo que gostaria de ver respeitado esses princípios na próxima epoca 2013/14
cumprimentos
carlossilva
1 ano depois

para arbitragem
tudo na mesma, agora nos juvenis.
por vezes penso, os responsáveis não saberão, mas depois de informados tudo na mesma, também me informam sobre  o perfil desses pseudo-responsáveis.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

011213-pir-ifc-é só bla,bla,bla-ifc-pir- Amares, Barcelos, Braga, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Esposende, Fafe, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Terras de Bouro, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão, Vila Verde, Vizela.

é só bla,bla,bla



razões para fundação do INDEPENDENTE
retrocedo 60 anos atrás (anos 1950).

enquanto pensarmos em petições  para aqueles que são responsáveis pelas situações, não vamos a nenhures.temos de criar estruturas onde o ser humano é respeitado.

até lá
é só bla,bla,bla e tempo perdido
 ou será que petições, e outras terminadas em ões,como manifestações são feitas e promovidas pelos que delas querem continuar a tirar proveito.